Conexão
Concorrência

GRI 4.13

Ética e civilidade compõem a base do relacionamento do Banco do Brasil com as instituições financeiras concorrentes. Assim, não apenas mantém com elas intercâmbio lícito de informações e experiências como, sempre que possível, compartilha recursos e soluções de logística e tecnologia, além de lançar produtos e serviços em parceria. Por conta deste posicionamento, o BB não registrou ações judiciais por concorrência desleal, práticas de truste ou monopólio em 2011. Em 2010, houve uma ação judicial referente a monopólio, com relação a operações de empréstimos consignados de funcionários públicos no Estado da Paraíba. A ação encontra-se em andamento. GRI SO7


Da mesma forma, na área de responsabilidade socioambiental, cerra fileiras com a concorrência no combate ao trabalho escravo e degradante e na identificação de medidas capazes de eliminá-lo de sua cadeia de negócios e relacionamentos.

Para trocar ideias e contribuir com o desenvolvimento do sistema financeiro e, consequentemente, o fortalecimento do País, o BB também participa ativamente das iniciativas conduzidas pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), tanto relacionadas a negócios quanto a responsabilidade socioambiental.

No âmbito negocial, integra a Diretoria Executiva e o Comitê de Negócios, no âmbito dos quais defende seus interesses e os de seus acionistas e clientes. Também participa de diversos grupos formados para debater e propor mudanças que ampliem a eficiência do setor financeiro.

No campo socioambiental, o BB assumiu, em 2011, a Diretoria de Responsabilidade social e Sustentabilidade da Febraban, cujo trabalho compreende iniciativas com foco na melhoria do desempenho do setor financeiro frente aos compromissos com a sustentabilidade e a economia de baixo carbono, como o Protocolo Verde.

Além disso, ao lado dos principais bancos e empresas nacionais, o BB integra, entre outras, a Câmara Temática de Energia e Mudança do Clima (CTClima) e a Câmara Temática de Finanças Sustentáveis (CTFin) do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebds), com o propósito de integrar princípios e práticas motivadoras do desenvolvimento sustentável ao contexto de negócios, de forma a harmonizar as dimensões econômica, social e ambiental.

Em março de 2011, a CTFin coordenou, nas dependências do BB, o Workshop sobre Riscos Socioambientais. Representantes de diversas áreas relacionadas à análise de risco na concessão de créditos de bancos e seguradoras participaram do encontro.

O BB, ao lado do HSBC Climate Change Centre, Departamento de Energia e Mudança Climática do Reino Unido, Lloyds, PricewaterhouseCoopers, Deutsche Bank e outras instituições, participou, em dezembro de 2011, de missão oficial do Governo Britânico – Foreign and Commonwealth Office – com o objetivo de realizar intercâmbio entre instituições financeiras britânicas e brasileiras com relação a experiências e soluções no combate a mudanças climáticas e no fomento de uma economia de baixo carbono, além de aprofundar a relação entre Brasil e Reino Unido com relação aos temas finanças climáticas e economia verde.

O Banco do Brasil também participou da construção do documento oficial do Brasil enviado às Nações Unidas para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), na qual são externados os temas e as abordagens que deverão ser enfatizadas na Conferência que acontecerá em junho, na cidade do Rio de Janeiro.

O encontro visa a renovar o engajamento dos líderes mundiais com o desenvolvimento sustentável do planeta, 20 anos após a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92). Os documentos foram enviados via consulta pública pelo Ministério do Meio Ambiente, Comitê Brasileiro do Pacto Global, Cebds, PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, consolidados e transformados na contribuição do Brasil para o evento.