Grandes Números
Sumário do Resultado

GRI 2.8

O presente sumário tem como base o relatório Análise de Desempenho 4º Trimestre/2011, divulgado em 14.02.2012, disponível no site de Relações com Investidores do Banco do Brasil (www.bb.com.br/ri).


Resultado Lucro Recorrente do
BB cresceu 10,2% em 2011

O Banco do Brasil registrou lucro recorrente de R$ 11.751 milhões em 2011, resultado 10,2% maior do que o apurado em 2010, desempenho que corresponde ao retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio (RSPLM) de 21,7%. O lucro líquido do Banco alcançou R$ 12.126 milhões em 2011, o que corresponde a um crescimento de 3,6% sobre o verificado em 2010.

O montante de itens extraordinários em 2011 totalizou R$ 375 milhões, que decorrem dos seguintes eventos:


Lucro
(R$ milhões)
RSPLM
(%)

As receitas de intermediação financeira (RIF) superaram a marca de R$ 100 bilhões, o que representa crescimento de 27,9% sobre 2010. O resultado das operações de crédito e leasing acompanhou o desempenho da carteira de crédito (+19,4%) e cresceu 20,7% em 2011. O resultado das operações com títulos e valores mobiliários em 2011 foi impulsionado pela elevação da taxa Selic média (TMS), desvalorização do real em comparação ao dólar americano e crescimento dos saldos médios.

Em relação às despesas de captação, o crescimento de 43,1% em 2011 sobre 2010 decorreu, principalmente, da alteração de mix nos depósitos, com maior participação dos depósitos a prazo em detrimento dos demais itens. Esse fato ocorreu pela estratégia de reforçar a liquidez do BB no segundo semestre de 2011. Mesmo diante deste movimento, a margem financeira bruta do BB encerrou o ano com crescimento de 11,1% sobre 2010, dentro do guidance proposto.

As despesas administrativas permaneceram sob controle em 2011 e cresceram 9,7% sobre 2010. O reajuste salarial médio de 9% (data base em setembro) e o aumento na quantidade de funcionários acarretaram em crescimento das despesas de pessoal. Em relação às outras despesas administrativas, os avanços observados apresentaram-se em linha com os reajustes contratuais realizados e o crescimento orgânico das operações.

Além do controle das despesas administrativas, as despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa cresceram em ritmo menor que a carteira de crédito devido à melhora no risco da carteira e a baixos níveis de inadimplência, contribuindo para o resultado apresentado no exercício.

A tabela a seguir, extraída do demonstrativo de resultados com realocações, apresenta os principais destaques do período:

DRE com Realocações – Principais Linhas
Fluxo Anual Var. %
R$ milhões 2010 2011 s/2010
Receitas da Intermediação Financeira 80.436 102.849 27,9
Operações de Crédito1 + Leasing 54.219 65.101 20,1
Resultado de Operações com TVM 23.238 30.849 32,7
Despesas da Intermediação Financeira (42.038) (60.173) 43,1
Margem Financeira Bruta 38.398 42.675 11,1
Provisão p/ Créd. de Liquidação Duvidosa (10.675) (11.827) 10,8
Margem Financeira Líquida 27.724 30.848 11,3
Rendas de Tarifas 16.173 18.242 12,8
Res. de Op. c/ Seguros, Previdência e Cap. 1.888 2.265 20,0
Margem de Contribuição 42.157 47.274 12,1
Despesas Administrativas (22.565) (24.752) 9,7
Despesas de Pessoal
(12.244) (13.943) 13,9
Outras Despesas Administrativas
(10.322) (10.809) 4,7
Resultado Comercial 19.484 22.306 14,5
Demandas Cíveis (427) (135) (68,3)
Demandas Trabalhistas (649) (724) 11,5
Outros Componentes de Resultado (908) (2.533) 179,0
Resultado antes da Tributação sobre o Lucro 17.543 18.970 8,1
Imposto de Renda e Contribuição Social (5.242) (5.388) 2,8
Participações Estatutárias no Lucro (1.637) (1.737) 6,1
Resultado Recorrente 10.664 11.751 10,2
(1) A série histórica foi revisada desde 1T10 por contabilização de dois itens contra a receita de operações de crédito que anteriormente compunham as Outras Despesas/Receitas Operacionais: amortização de prêmios pagos nas aquisições de carteiras e despesas com liquidação/amortização antecipada de contratos. Caso não houvesse esse efeito, a MFB de 2011 chegaria a R$ 44.420 milhões, crescimento de 13,4% sobre ao verificado em 2010 (R$ 39.171 milhões).


Eventos Extraordinários

A tabela seguinte apresenta a descrição dos itens extraordinários que, em 2011, agregaram R$ 375 milhões ao lucro líquido do BB, montante líquido de imposto e participações estatutárias no lucro:

Itens Extraordinários
R$ milhões        2010        2011
 Lucro Líquido Recorrente      10.664      11.751
 (+) Efeitos Extraordinários do Período        1.039           375
 Alienação de Investimentos           214           169
 Planos Econômicos  (371)  (103)
 Eficiência Tributária           460           386
 Passivos Contingentes (BESC)           250   -
 PCLD Adicional           332   -
 Reversão de Passivos Trabalhistas           568   -
 Ganho de Capital – BB Seguros Participações           114   -
 Efeitos Fiscais e PLR sobre Itens Extraordinários  (527)  (78)
 Lucro Líquido       11.703      12.126

Principais Indicadores do Resultado
Indicadores – % 2010 2011
Spread Global 1 6,1 5,7
Despesas de PCLD sobre Carteira 2 3,3 3,1
Índice de Eficiência 3 42,6 42,1
Índice de Eficiência – em 12 meses  -  -
RSPL recorrente 1 24,6 21,7
Taxa Efetiva de Imposto 33,0 31,3
(1) Indicadores anualizados;
(2) Despesa de PCLD acumulada em 12 meses dividida pela carteira média do mesmo período;
(3) No cálculo foram segregados os efeitos extraordinários do período.



Retorno ao Acionista

O lucro líquido por ação alcançou R$ 4,28 em 2011, contra R$ 4,34 registrados em 2010. O gráfico abaixo apresenta esse indicador.

Lucro Líquido por Ação

Lucro líquido por ação
alcançou R$ 4,28 em 2011

O Banco do Brasil manteve a prática de distribuir 40% do lucro líquido a seus acionistas (payout). Em 2011, foram destinados R$ 4,9 bilhões em remuneração aos acionistas, o que representa crescimento de 4,1% em relação a 2010.

Dividendos e Juros sobre Capital Próprio
Remuneração aos acionistas
de R$ 4,9 bilhões no ano


Margem Gerencial e Spread

A tabela a seguir apresenta a margem gerencial do BB proveniente de operações de crédito e depósitos. No cálculo de cada linha faz-se a diferença entre a receita/despesa financeira e o respectivo custo/receita de oportunidade de cada linha, como por exemplo: TMS, Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) ou Taxa Referencial de Juros (TR).

Margem Gerencial
Var. %
R$ milhões 2010 2011 s/2010
Operações de Crédito 27.676 30.321 9,6
Pessoa Física 15.812 17.230 9,0
Pessoa Jurídica 7.827 8.667 10,7
Agronegócios 4.037 4.424 9,6
Depósitos 4.708 5.853 24,3
Depósitos a Prazo 2.676 3.426 28,0
Depósitos à Vista 1.298 1.496 15,2
Depósitos de Poupança 603 743 23,2

A carteira de crédito PF do BB é concentrada em linhas de crédito de CDC salário, crédito consignado, financiamento a veículos e imobiliário, que juntas responderam por 80% do total. Tradicionalmente, essas linhas possuem spreads mais baixos que as demais linhas de crédito pessoa física.

O “Spread Global Ajustado pelo Risco” é apurado com base na relação entre a margem financeira líquida e os ativos rentáveis, ou seja, considera as despesas com provisões para créditos de liquidação duvidosa. A tabela seguinte apresenta o desempenho dos índices de spread do BB:

Spread Anualizado
% 2010 2011
Operações de Crédito 9,0 8,5
Pessoa Física
15,8 14,4
Pessoa Jurídica
6,0 5,8
Agronegócios
5,6 5,3
Depósitos 1,5 1,6
Depósitos a Prazo
1,7 1,7
Depósitos à Vista
2,7 3,2
Depósitos de Poupança
0,7 0,8
Spread Global 6,1 5,7
Spread Global Ajustado pelo Risco 4,4 4,1


Ativos Ativos totais crescem 21,0% em 12 meses

Os ativos totais do Banco do Brasil alcançaram em dezembro de 2011 R$ 981.230 milhões, o que corresponde a crescimento de 21,0% sobre dezembro de 2010. As principais linhas do ativo são as operações de crédito, TVM e as aplicações interfinanceiras de liquidez, que responderam por 73,0% do total de ativos do BB em dezembro de 2011, contra 70,6% em dezembro de 2010.

A tabela a seguir apresenta os principais itens do Balanço Patrimonial:

Principais Itens Patrimoniais
    Var. %
R$ milhões Dez/10 Dez/11 s/Dez 10
Ativos Totais 811.172 981.230 21,0
Carteira de Crédito Ampliada 1 388.224 465.093 19,8
Títulos e Valores Mobiliários 143.867 168.230 16,9
Aplicações Interfinanceiras de Liquidez 107.579 166.288 54,6
Depósitos 376.851 442.386 17,4
 à Vista
63.503 62.016 (2,3)
 de Poupança
89.288 100.110 12,1
 Interfinanceiros
18.998 14.450 (23,9)
 a Prazo
204.652 265.809 29,9
Captações no Mercado Aberto
142.175 195.175 37,3
Patrimônio Líquido 50.441 58.416 15,8
(1) inclui garantias prestadas e TVM privados.


Carteira de Crédito Carteira de crédito cresce 19,8% em 12 meses

A carteira de crédito ampliada, que considera as garantias prestadas e os títulos e valores mobiliários privados, atingiu R$ 465.093 milhões, crescimento de 19,8% em 12 meses. A participação do Banco do Brasil no mercado doméstico de crédito foi de 19,2% em dezembro de 2011.


Carteira de Crédito Ampliada
  Saldos Var. %
R$ milhões Dez/10 Part. % Dez/11 Part. % s/Dez 10
Carteira de Crédito Classificada (a) 358.366 100,0 422.989 100,0 18,0
País 337.921 94,3 390.508 92,3 15,6
Pessoa Física 113.096 31,6 130.561 30,9 15,4
CDC Consignação 44.976 12,6 51.246 12,1 13,9
CDC Salário 12.878 3,6 15.327 3,6 19,0
Financiamento a Veículos 27.395 7,6 31.329 7,4 14,4
Financiamento Imobiliário 2.951 0,8 6.035 1,4 104,5
Cartão de Crédito 11.867 3,3 13.193 3,1 11,2
Cheque Especial 2.598 0,7 2.554 0,6 (1,7)
Demais 10.432 2,9 10.877 2,6 4,3
Pessoa Jurídica 149.810 41,8 171.290 40,5 14,3
MPE 56.960 15,9 68.062 16,1 19,5
Médias e Grandes 92.850 25,9 103.228 24,4 11,2
Agronegócio 75.015 20,9 88.658 21,0 18,2
Pessoa Física 48.907 13,6 57.194 13,5 16,9
Pessoa Jurídica 26.107 7,3 31.465 7,4 20,5
Exterior 20.445 5,7 32.480 7,7 58,9
TVM Privados e Garantias (b) 29.858   42.104   41,0
Carteira de Crédito Ampliada (a + b)
388.224 100,0 465.093 100,0 19,8
Pessoa Física
113.097 29,1 130.589 28,1 15,5
Pessoa Jurídica
176.382 45,4 210.167 45,2 19,2
Agronegócio
75.707 19,5 89.361 19,2 18,0
Exterior
23.038 5,9 34.976 7,5 51,8



Carteira de crédito imobiliário supera R$ 7,6 bilhões em dezembro de 2011
Iniciando suas operações de crédito imobiliário às pessoas físicas (PF) no segundo trimestre de 2008, o BB apresenta, desde então, contínuo crescimento nessas linhas e encerrou dezembro de 2011 com montante de R$ 6.035 milhões, o que corresponde a elevação de 104,5% sobre dezembro de 2010. O volume desembolsado no último trimestre de 2011 foi de R$ 1.098 milhões, volume 96,5% maior do que o registrado no mesmo trimestre de 2010. Já para as pessoas jurídicas o desembolso foi de R$ 391 milhões no último trimestre de 2011 e o saldo da carteira alcançou os R$ 1.571 milhões.

O total da carteira de crédito às pessoas físicas (R$ 130.589 milhões) apresentou expansão de 15,5% em dezembro de 2011 contra dezembro de 2010.

A carteira de crédito às pessoas jurídicas encerrou dezembro de 2011 com saldo de R$ 210.167 milhões, o que representa crescimento de 19,2% sobre dezembro de 2010. Essa evolução foi impulsionada pela carteira das médias e grandes empresas que, além de demandarem crédito através de linhas tradicionais (investimento e capital de giro), captam recursos através de emissão de títulos privados. O saldo da carteira destes títulos somado às prestações de garantias encerrou dezembro em R$ 42.104 milhões.

No segmento de micro e pequenas empresas (MPE), a carteira de crédito apresentou expansão de 19,5% em relação ao observado em dezembro de 2010, com saldo de R$ 68.062 milhões. O BB utilizou Fundo de Garantia de Operações (FGO) para permitir maior acesso ao crédito para MPE, reduzir o custo para o tomador final e ampliar o volume da carteira. Outro mecanismo que auxilia a contratação de operações de financiamentos de investimento é o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe). Esse fundo é constituído com recursos do Serviço Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e complementa em até 80% o valor das garantias necessárias para a contratação de operações com empresas de faturamento bruto anual de até R$ 2,4 milhões.

A carteira de crédito do agronegócio encerrou o ano com saldo de R$ 89.361 milhões, o que corresponde a crescimento e de 18,0% em 12 meses. Destaca- se o baixo índice de inadimplência da carteira de crédito agronegócio. O indicador que mede a razão entre as operações vencidas há mais de 90 dias e a carteira de crédito encerrou o ano com percentual de 0,7%, contra 2,5% no mesmo período de 2010.

Inadimplência com índices inferiores ao verificado no Sistema Financeiro Nacional Os indicadores de inadimplência do Banco do Brasil situam-se abaixo daqueles observados no Sistema Financeiro Nacional (SFN) em dezembro de 2011. O indicador que mede o atraso das operações há mais de 90 dias (razão entre o crédito vencido há mais de 90 dias e a carteira de crédito) do SFN encerrou o ano em 3,6%, contra 2,1% do BB. Praticamente todos os indicadores de qualidade de crédito do BB melhoraram quando comparados a dezembro de 2010 e permaneceram em linha com os índices verificados no trimestre anterior.

Ao comparar as operações classificadas por níveis de risco, o BB também apresenta uma estrutura de crédito melhor que a do SFN. As operações classificadas nos níveis de risco de AA-C encerraram dezembro de 2011 em 93,9% do total da carteira, contra 92,3% observados no SFN. A tabela abaixo apresenta os indicadores de qualidade da carteira de crédito.

Indicadores de Qualidade da Carteira de Crédito
% Dez/10 Dez/11
Operações Vencidas  + 15 dias/Total da Carteira 3,7 3,6
Operações Vencidas 15-59 dias/Total da Carteira 1,1 1,1
Operações Vencidas  + 60 dias/Total da Carteira 2,7 2,5
Operações Vencidas 15-89 dias/Total da Carteira 1,5 1,5
Operações Vencidas  + 90 dias/Total da Carteira 2,3 2,1
Operações de Risco AA-C/Total da Carteira 93,7 93,9
Provisão/Carteira de Crédito 4,8 4,5
Provisão PF/Carteira de Crédito 6,8 6,8
Provisão PJ/Carteira de Crédito 3,2 3,1
Provisão/Operações Vencidas + 60 dias 182,2 180,4
Provisão/Operações Vencidas + 90 dias 212,1 215,6
Risco Médio BB 4,3 4,1
Risco Médio – SFN 5,6 5,7
Operações Vencidas + 90 dias/Total da Carteira – SFN 3,2 3,6


As despesas com provisões para créditos de liquidação duvidosa (PCLD) aumentaram 10,8% em 2011 sobre 2010, enquanto a carteira de crédito (classificada) registrou, no mesmo período, crescimento de 18,0%. Com isso, o indicador que mede as despesas sobre carteira apresentou em 2011 melhora de 20 pontos base frente a 2010.

Despesas de PCLD sobre Carteira de Crédito
R$ milhões 2010 2011
(A) Despesas de PCLD – 12 meses    (10.675)    (11.827)
(B) Carteira de Crédito   358.366   422.989
(C) Média da Carteira 325.051 383.408
Despesas sobre Carteira (A/C) – %          3,3          3,1


O saldo das provisões encerrou o exercício em R$ 19.015 milhões, o que proporciona cobertura de 215,6% das operações vencidas há mais de 90 dias, percentual superior ao verificado no SFN, que alcançou 158,9% em dezembro de 2011.


Basileia O índice de capital (K) do Banco do Brasil encerrou dezembro em 14,0%, superior ao mínimo exigido pelo Banco Central (11%). O Índice de Basileia apresentado indica um excesso de patrimônio de referência de R$ 17,2 bilhões, o que permite a expansão de até R$ 156,0 bilhões em ativos de crédito, considerando a ponderação de 100%.

Índice de Basileia
Índice de Basileia superior
ao mínimo exigido


Rendas de Tarifas Receitas com tarifas
refletem a diversificação
de negócios
Destaca-se a maior diversificação das receitas do BB, em função de projetos como a reestruturação de atuação no segmento de varejo, com foco no atendimento e rentabilização da base de clientes, assim como a reorganização societária na área de seguridade.

As rendas de tarifas, linha que inclui tanto as receitas de prestação de serviços (RPS), quanto as rendas de tarifas bancárias (RTB), alcançaram R$ 18.242 milhões em 2011, resultado 12,8% superior ao verificado no ano anterior e dentro do intervalo estimado no Guidance 2011. Os destaques foram as receitas de tarifas com cartão de crédito/débito e administração de fundos.

O resultado das operações com seguros, previdência e capitalização alcançou R$ 2.265 milhões em 2011, com alta de 20,0% sobre 2010.

Rendas de Tarifas e Resultado de Operações com Seguros
    Var. %
R$ milhões 2010 2011 s/2010
Rendas de Tarifas 16.173 18.242 12,8
Conta-Corrente 3.714 4.077 9,8
Cartão de Crédito/Débito 3.306 3.926 18,7
Administração de Fundos 2.672 3.197 19,7
Operações de Crédito 1.710 1.822 6,6
Cobrança 1.197 1.241 3,7
Seguros, Previdência e Capitalização 432 499 15,7
Arrecadações 614 725 18,0
Interbancária 549 640 16,5
Rendas de Mercado de Capitais 436 350 (19,9)
Outros 1.543 1.764 14,4
Res. de Op. com Seguros, Prev. e Capitalização 1.888 2.265 20,0


Despesas Administrativas Despesas
administrativas
em linha com
o Guidance
As despesas administrativas seguem sob controle, conforme projetado pelo Guidance. Em 2011, esses gastos somaram R$ 24.752 milhões, crescimento de 9,7% sobre o ano anterior. Essas despesas abrangem os gastos com pessoal e as outras despesas administrativas que cresceram, respectivamente, na comparação 2011-2010, 13,9% e 4,7%.

O crescimento da linha de despesas de pessoal deveu-se principalmente a três motivos: (i) reajuste salarial concedido na data base de setembro de 2010; (ii) aumento das provisões administrativas pela inflação; e (iii) aumento de 4,7% do quadro de pessoal em relação ao final do exercício de 2010, reflexo ainda do Programa de Revitalização do Varejo. Em relação às outras despesas administrativas, o desempenho está em linha com os reajustes contratuais realizados e com o crescimento orgânico das operações.

Despesas Administrativas
    Var. %
R$ milhões 2010 2011 s/2010
Despesas Administrativas (22.565) (24.752) 9,7
Despesas de Pessoal (12.244) (13.943) 13,9
Outras Despesas Administrativas (10.322) (10.809) 4,7


Índices de Eficiência 1
sem Itens Extraordinários – %





(1) acumulado 12 meses.


Eficiência O indicador de eficiência – razão entre as despesas administrativas e as receitas operacionais – quanto menor melhor apresentou redução de 50 pontos base em 12 meses, atingindo 42,1%. Essa melhoria é reflexo do incremento das receitas e controle das despesas que o Banco vem buscando ano a ano.

Seguridade O índice de seguridade, que mede a participação do segmento de seguros no resultado recorrente do BB, vem crescendo e passou de 12,7% em 2010 para 13,7% em 2011. Essa evolução está de acordo com a estratégia adotada pelo BB em elevar a participação do setor de seguros no Conglomerado. A tabela a seguir apresenta a composição do resultado de seguridade, bem como o índice de seguridade:
Índice de seguridade atinge 13,7%


Índice de Seguridade Consolidado
Var. %
R$ milhões 2010 2011 s/2010
Resultado de Seguridade 1.354 1.604 18,5
Receita Líquida de Corretagem
289 362 25,3
Receita Líquida de Tarifas de Serviços
215 249 15,7
Equivalência Patrimonial
849 993 16,9
Lucro Recorrente do BB 10.664 11.751 10,2
Índice de Seguridade 12,7 13,7