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Controles Corporativos

Controles Internos

A formulação das políticas de Controles Internos e de Conformidade para todo o Conglomerado Financeiro é de responsabilidade da Diretoria de Controles Internos, que prospecta e desenvolve metodologias e instrumentos utilizados na Identificação, Mitigação, Controle e Monitoramento do Risco Operacional e assessora a identificação dos riscos e fragilidades dos processos no Conglomerado Financeiro.

Por meio das 16 Gerências Regionais de Controles Internos (GECOIS), os processos mais relevantes operacionalizados em todas as unidades da rede de distribuição, inclusive as unidades de apoio do Banco, tais como cadastro, limites e operações de crédito, abertura de contas corrente e prevenção e combate à lavagem de dinheiro são monitorados e avaliados.

A verificação baseia-se em normas e regulamentos e busca identificar eventuais desvios para a adoção de ações corretivas. O resultado das verificações é utilizado para classificação (ranqueamento) das agências e demais unidades em relação ao nível de conformidade observado na operacionalização dos processos avaliados e como ferramenta de gestão para melhoria contínua desses processos.

Práticas consagradas internacionalmente, como, por exemplo, aquelas decorrentes das exigências da lei norte-americana Sarbanes-Oxley, norteiam as atividades de controles internos desenvolvidas pelo BB.

A atuação com foco em controles internos nas demais empresas do Conglomerado vem sendo realizada por meio da estrutura de governança corporativa daquelas companhias, em conformidade com a legislação vigente.

Com esta dinâmica, o Banco do Brasil busca garantir que seus produtos e serviços sejam conduzidos de acordo com as leis e regulamentos aplicáveis às exigências da supervisão bancária, às políticas e procedimentos internos e as expectativas legítimas da sociedade.

Nos processos de criação e lançamento de novos produtos e serviços do BB, é utilizado o Controle e Avaliação de Riscos e Produtos, Serviços e Canais de Atendimento – CARPS. Esta é uma ferramenta desenvolvida para garantir que a qualidade e conformidade de produtos, serviços e canais de atendimento do Banco sejam avaliados durante todo o processo de lançamento ou aprimoramento de produtos, que está consolidado e tem mostrado importante diferencial de mercado se considerados critérios como posicionamento, riscos, conformidade e eficiência operacional.

Fortalecimento do Processo de Divulgação de Informações ao Mercado

Para atendimento pelo Banco do Brasil da nova regulação do mercado de capitais brasileiro, vigente a partir da Instrução CVM 480/09 e, também, fortalecer a divulgação de relatórios ao mercado, o Banco do Brasil implementou, no 2º semestre de 2010, um modelo de responsabilização dos administradores (Certificação em Cascata) no repasse de informações para compor o Formulário de Referência e as Demonstrações Financeiras consolidadas. Por este modelo, os executivos assinam declarações de que as informações repassadas são verdadeiras, completas, precisas e não contém dados e/ou citações que possam induzir o investidor a erro. Asseguram também a existência de controles internos que permitem garantir a eficiência, precisão e confiabilidade dessas informações.

Complementando o novo modelo de responsabilização, o Banco do Brasil estabeleceu novos critérios de padronização de procedimentos de geração, consolidação e divulgação de relatórios ao mercado, que devem ser observados pelas áreas envolvidas nesse processo, possibilitando que as informações disponíveis ao mercado sejam cada vez mais confiáveis e transparentes.

Validação dos Modelos de Risco

A validação é um processo que permite a utilização, de maneira independente, de modelos internos para apuração dos riscos de mercado, crédito, operacional e definir o capital a ser alocado para fazer frente a esses riscos, a partir de permissão do Banco Central. Esse processo deve ser realizado periodicamente ou caso ocorram alterações relevantes que possam acarretar impactos nos cálculos realizados.

No Banco do Brasil, o processo de validação dos modelos de risco é responsabilidade da Diretoria de Controles Internos, que deve atestar ao Banco Central que os sistemas, dados, infraestrutura tecnológica e modelos utilizados para a gestão de riscos estão adequados e permitem o cálculo e alocação correta do capital regulatório. A metodologia de validação está pautada na replicação dos cálculos realizados pelos modelos utilizados na apuração de risco, e na sua comparação com os valores extraídos de amostras obtidas nos sistemas de gestão de risco do Banco.

Testes de aderência (backtests) nos modelos de mensuração de risco para verificar se seus resultados são suficientemente acurados fazem parte do processo de validação. Os resultados da validação de modelos de risco são periodicamente debatidos com os gestores em fóruns técnicos, sendo posteriormente apresentados aos subcomitês de risco do Banco do Brasil, objetivando a implementação de eventuais ajustes aos mesmos, visando sua efetiva utilização no processo de gestão.
A implementação desta sistemática contribui para a melhoria do processo de gestão de riscos do Banco do Brasil, permitindo adequada alocação do capital regulatório.

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