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Governança Corporativa

Apresentação: A Governança Corporativa no BB – Histórico

1995 - 1997

Em 1996, o Banco do Brasil iniciou a sua adequação aos novos padrões de governança corporativa exigidos pelo ambiente de globalização e competitividade que começava se impor ao mercado. Essa mudança teve como fundamentos a recomposição da estrutura de capital, a melhoria da estrutura de ativos, a modernização tecnológica e a estratégia mercadológica, que passou a priorizar a visão de mercado com foco no resultado.

1999

O Banco do Brasil recebeu o Prêmio Mauá da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro pela clareza e detalhamento das demonstrações contábeis, entre outros critérios. O prêmio foi o reconhecimento do esforço da empresa para ajustar-se a um ambiente de mercado cada vez mais exigente.

2000

O BB lançou seu Código de Ética e um conjunto de Normas de Conduta Profissional, documentos que fundamentam a relação do Banco com seus públicos.

2001 - 2002

O estatuto do Banco do Brasil foi atualizado, passando a atender exigências necessárias para a futura adesão ao Novo Mercado, entre elas, a ampliação dos direitos dos acionistas minoritários e a conversão das ações PN em ON na proporção de 1PN = 1,1 ON.

Além disso, foi implantada uma nova estrutura administrativa, que expandiu a Diretoria, evitando a centralização excessiva nos processos de decisão. Essa nova estrutura foi auxiliada por um sistema de gestão que inclui comitês aptos a tomarem decisões colegiadas nos segmentos em que atuam.

Em abril de 2001 o BB tornou-se banco múltiplo, a partir da incorporação de Subsidiária Integral (BB-Financeira S.A., Crédito, Financiamento e Investimento), da incorporação de operações de cartão de débito e crédito e da repatriação de capitais investidos nas dependências externas. No segmento de administração de recursos, a BB DTVM – renomeada como BB Administração de Ativos, Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. – passou a operar com autonomia administrativa, o que garantiu a chinese wall e ganhou agilidade na administração dos recursos, o que garantiu a liderança no setor.

O resultado apresentado pelo Banco do Brasil em 2001 refletiu também a reestruturação implementada pelo Governo Federal por meio do Programa de Fortalecimento das Instituições Financeiras Federais, que ofereceu condições para o crescimento sustentado do BB. A área de Relações com Investidores passou a produzir relatórios trimestrais de Análise de Desempenho e adotou a prática de divulgar os resultados e discuti-los por teleconferências.

O Conselho de Administração aprovou as Políticas de Divulgação de Ato ou Fato Relevante e de Negociação com Valores Mobiliários do Banco do Brasil e adotou a Política de Negociação com valores mobiliários de sua emissão por todas as pessoas que, no conceito da Empresa, são consideradas autorreguláveis.


2003

Em 2003, o Banco do Brasil conquistou novamente o Prêmio Mauá como a melhor companhia de capital aberto do país e foi escolhido pela Associação Nacional de Investidores do Mercado de Capitais (Animec), assim como em 2002, o melhor banco do ano. Essas premiações referendam todas as iniciativas tomadas para melhorar a transparência e as práticas de governança do BB, materializadas no mercado por meio de resultados crescentes e valorização de 221% das ações, superando o crescimento de 110% do Ibovespa, nesse período.

Também foi em 2003 que a gestão da responsabilidade socioambiental no BB tornou-se mais efetiva. Foi elaborado o primeiro plano de ação de responsabilidade socioambiental (2003 – 2007), desenvolvido um modelo de gestão para o tema de forma a garantir o comprometimento de todo o Conglomerado na questão, criado o conceito de responsabilidade socioambiental e a Carta de Princípios de Responsabilidade Socioambiental, tudo aprovado pelo Conselho Diretor.

2004

O Banco do Brasil assume compromisso com o Ministério do Meio Ambiente (MMA) para desenvolver uma agenda cujas ações evidenciariam o comprometimento da Empresa com o desenvolvimento sustentável de seus negócios. Ainda em 2004, o BB reconquista o Prêmio Mauá como a melhor companhia de capital aberto do país.

2005

BB realiza primeira Oficina de Responsabilidade Socioambiental do Banco do Brasil reunindo 60 altos executivos. O resultado do evento foi a atualização do Plano de Ação de Responsabilidade Socioambiental, que a partir daquele evento passou a ser conhecido como Agenda 21 do BB em alusão à Agenda 21 Global. A partir do resultado do segundo semestre, foi adotada a prática de payout de 40%.

2006

No ano em que completou 100 anos de listagem em bolsa e 198 anos de fundação, o BB promoveu sua adesão ao Novo Mercado. Com isso, o Banco do Brasil se comprometeu a resolver toda e qualquer disputa ou controvérsia relacionada ao Regulamento de Listagem do Novo Mercado por meio da Câmara de Arbitragem do Mercado da BM&FBovespa. Para atender as novas exigências o Banco contou com uma base de investidores mais sólida e diversificada, graças ao sucesso da oferta secundária de ações, encerrada em agosto de 2006 que fez com que o free float do BB avançasse de 6,9% para 14,8%.

2007

Neste ano, o BB divulgou seu Código de Governança Corporativa, que apresenta uma visão ampla de consulta simplificada sobre os princípios e práticas do Banco, contribuindo para a sua perenidade. Além disso, promoveu nova Oferta Pública Secundária de Ações de propriedade da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) e da BNDES Participações S.A. As medidas elevaram o free-float da Empresa de 14,8% para 21,7%. Adicionalmente, em abril as ações do BB sofreram desdobramento de 1 para 3 ações.

2008

Apesar da crise internacional ter afetado vários bancos em todo o mundo, a economia brasileira comportou-se de forma diferenciada, sustentada tanto pela forte regulamentação do mercado financeiro nacional quanto pelo aquecimento do mercado interno. Cumprindo com o seu papel de apoio ao desenvolvimento socioeconômico e acompanhando as políticas monetária e fiscal do governo para o momento, o Banco atuou como indutor do crédito para o consumo, favorecendo os bons resultados alcançados pela economia brasileira a partir de 2009.

2009

O resultado do trabalho do Banco por meio de sua área de Relações com Investidores foi reconhecido em 2009 com o prêmio de Melhor Executivo de Relações com Investidores, conferido pela Revista IR Magazine Awards Brazil ao Gerente Geral da Unidade. Neste ano o Banco foi reconhecido também pela Revista Capital Aberto como uma das Melhores Companhias para os Acionistas, sendo o banco melhor posicionado na categoria de companhias com valor de mercado superior a R$ 15 bilhões.

Em dezembro daquele ano, o BB lançou seu Programa de ADR nível 1 no mercado de balcão dos Estados Unidos. No final de 2010, o programa possuía 9,4 milhões de recibos em circulação, com volume médio diário de negociação de US$ 1,2 milhão.


2010

O Banco realizou uma oferta pública de ações ordinárias de distribuição primária, de 289 milhões de ações, e secundária, de 70,1 milhões de papéis, o que permitiu ao Banco Central homologar um aumento do capital da companhia no valor de R$ 7 bilhões e elevou o seu free float para 30,4%, superando os 25% exigidos pelo Novo Mercado, da BM&FBovespa, e antes do prazo previsto, que era até junho de 2011.


Responsabilidade Socioambiental

A responsabilidade socioambiental faz parte da tradição bicentenária do Banco do Brasil, está expressa em seus valores, Missão, políticas e estratégias corporativas e presente em produtos e serviços. Ao zelar pela perenidade da organização, o BB incorpora considerações de ordem social e ambiental na definição de seus negócios e operações. Assim, é desafio permanente do Banco do Brasil fazer com que a responsabilidade socioambiental permeie todos os processos da empresa.

Para aprimorar o alinhamento dos negócios com a sustentabilidade e melhor contribuir para o desenvolvimento do País, a missão e a visão de futuro do Banco foram atualizadas em 2010, ressaltando o compromisso com o desenvolvimento sustentável e a responsabilidade socioambiental.

Ao adotar princípios de sustentabilidade em sua estratégia, o Banco do Brasil busca avaliar sua performance organizacional não somente com base em indicadores econômicos, mas também em indicadores de natureza social e ambiental, como a defesa e promoção dos direitos humanos, geração de trabalho, renda e conservação de recursos naturais, entre outros.

A fim de viabilizar a estratégia corporativa e tornar factíveis a missão e a visão de futuro, o Plano de Sustentabilidade – Agenda 21 do Banco do Brasil foi revisto em 2010, totalizando 77 ações para o período 2011-2013. De forma a acompanhar a efetividade da implementação dos desafios propostos por essa agenda, existem indicadores de natureza socioambiental nos planos diretor e de mercado do BB. Esses desafios também foram incluídos no Acordo de Trabalho das dependências, principal instrumento de gestão do resultado do Banco. As principais ações previstas para o ano de 2011 podem ser conferidas no capítulo Gestão Estratégica.

O compromisso com a responsabilidade socioambiental também pode ser percebido na avaliação de desempenho de cada funcionário. O modelo denominado internamente "Gestão do Desempenho Competências" (GDP), propõe uma avaliação em cinco diferentes perspectivas de desempenho. Sendo que na perspectiva sociedade, os funcionários são avaliados também pelo desempenho de competências relacionadas à temática socioambiental.

Dessa forma, a abordagem e a gestão da sustentabilidade no Banco do Brasil permeiam toda a organização. O compromisso socioambiental é acompanhado e gerido em todos os âmbitos da Instituição. No âmbito corporativo, através da inclusão da temática na estratégia da empresa. No âmbito das dependências, ao se colocar indicadores sociais e ambientais no acordo de trabalho. E, por fim, no âmbito pessoal, ao se avaliar o desempenho dos funcionários também levando em consideração competências afetas ao tema.

O engajamento do Banco do Brasil com a responsabilidade socioambiental foi formalizado em fevereiro de 2003 em uma Carta de Princípios e na criação da Unidade Relações com Funcionários e Responsabilidade Socioambiental. Transformada em Diretoria em 2004, esta área foi criada para coordenar o processo de disseminação da política socioambiental para todas as áreas do Banco do Brasil. Esse desafio conta com o apoio do Grupo RSA, uma equipe interdisciplinar formada por representantes de todas as áreas do BB que se reúne mensalmente para debater propostas de ação e sugerir definições sobre o tema.

Em novembro de 2009 foi criada a Unidade de Desenvolvimento Sustentável – UDS – que unificou, em uma única Unidade Estratégica, a gestão de RSA e de DRS do Banco do Brasil. Essa Unidade tem por função primordial responder pela gestão de responsabilidade socioambiental do Banco do Brasil e pela coordenação da implementação da estratégia negocial de Desenvolvimento Regional Sustentável – DRS – em todo país.


Linha do Tempo com o Histórico de Adesões

A materialização destes Princípios é feita por meio de ações de gestão, no contexto dos produtos e serviços e por meio da adesão a Pactos e Protocolos de boas práticas socioambientais:

1995

O Protocolo Verde é um documento que formaliza as intenções de responsabilidade socioambiental do Banco do Brasil. Assinado em 1995 entre o Ministério do Meio Ambiente, o Banco do Brasil, o Banco do Nordeste, a Caixa Econômica Federal, o Banco da Amazônia e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social foi ratificado em 2008 com o propósito de empreender políticas e práticas que estejam cada vez mais em harmonia com a promoção do desenvolvimento sustentável do país.

1997

Em 1997, o BB passou a publicar o Balanço Social Ibase que demonstra as iniciativas realizadas pela empresa para seus públicos de relacionamento, tornando pública a responsabilidade social empresarial.

2003


Desde 2003, o Banco do Brasil é signatário do Pacto Global da ONU, que objetiva mobilizar a comunidade empresarial internacional para a promoção de valores fundamentais nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção. O Pacto propõe a redefinição de estratégias e ações, com vistas à disseminação dos benefícios da globalização e seus princípios se aplicam a todas as áreas e níveis organizacionais da empresa. Em 2007, o Banco do Brasil passou a fazer parte do Comitê Brasileiro pelo Pacto Global.

Ocorrido na sede da ONU, o Banco do Brasil participou do Encontro de Líderes do Pacto Global 2010, que teve como tema "Construindo uma Nova Era da Sustentabilidade".

Para maiores informações acesse:
www.pactoglobal.org.br/

Em 2003 houve a definição da Carta de Princípios Socioambientais do BB que prevê a incorporação dos princípios socioambientais nos produtos, serviços e processos conduzidos pelo Banco.

2004


O Banco do Brasil mantém, desde 2004, o selo "Empresa Amiga da Criança" da Fundação Abrinq, instituição consagrada internacionalmente pelo combate ao trabalho infantil e ações de apoio às crianças brasileiras.


Em junho de 2004, o BB assume publicamente junto ao Ministério do Meio Ambiente o compromisso com ações voltadas ao desenvolvimento sustentável de seus negócios, por meio da Agenda 21 que foi lançada oficialmente em 2005.


Em parceria com o Governo Federal, o Banco do Brasil e a Fundação Banco do Brasil desenvolvem uma série de iniciativas voltadas para a concretização dos oito Objetivos do Milênio (ODM), compromisso assumido pelos países membros das Nações Unidas no ano 2000.

Como forma complementar de apoio, o Banco do Brasil apoia e patrocina o Prêmio ODM desde sua primeira edição, em 2005, em parceria com a Petrobrás e a Caixa Econômica Federal. O Prêmio tem como objetivo selecionar projetos que proporcionam o alcance dos objetivos das Metas do Milênio.

Em setembro de 2010, o BB participou de cúpula na ONU ao lado de líderes de outras empresas e de outros países com a finalidade de decidirem o que será feito para o cumprimento dos ODM. Durante o evento, a estratégia DRS foi a prática do BB que foi compartilhada, juntamente com as iniciativas de outras empresas.

2005


Em maio de 2005 o Banco do Brasil aderiu ao Pacto pelo Combate ao Trabalho Escravo proposto pelo Instituto Ethos. Pelo Pacto, os signatários se comprometem em incrementar esforços visando dignificar e modernizar as relações de trabalho nas cadeias produtivas dos setores mencionados no "Cadastro de Empregadores" (Portaria MTE 540/2004), que tenham mantido trabalhadores em condições análogas à escravidão. Desde agosto de 2004, o BB já praticava a suspensão de novos créditos a clientes incluídos no referido cadastro.

Desde fevereiro de 2005, o Banco do Brasil adota o conjunto de políticas e diretrizes estabelecido pelo International Finance Corporation (IFC), vinculado ao Banco Mundial, na análise de projetos de investimento da modalidade project finance de valor igual ou superior a US$ 10 milhões.

Em 2010, o Banco do Brasil ampliou a utilização dos critérios de responsabilidade socioambiental estabelecidos no âmbito dos Princípios do Equador para todos os projetos dessa modalidade independentemente do valor.

Em março de 2005, o Banco do Brasil manifestou formalmente apoio ao pedido de abertura de informações sobre a emissão de gases de efeito estufa – Carbon Disclosure Project – CDP. Em 2006, tendo em vista o apoio à versão internacional do CDP e seu compromisso com a sustentabilidade, o BB foi uma das 33 empresas que pioneiramente responderam ao questionário brasileiro, disponível para consulta no endereço eletrônico www.cdproject.net.



2006

Em 2006, o Banco passa a fazer parte do Novo Mercado segmento que reúne as empresas que possuem as melhores práticas de Governança Corporativa da BM&FBovespa.

Ainda em 2006 o BB aderiu às diretrizes internacionais da Global Reporting Initiative para construção do Relatório Anual do Banco do Brasil.
2007


Em outubro de 2007 o Banco do Brasil aderiu à segunda edição do Programa Pró-Equidade de Gênero, coordenado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) da Presidência da República. Em março de 2009 o BB foi uma das 23 empresas brasileiras a receber o selo Pró-Equidade de Gênero pelas ações empreendidas no âmbito do programa.

Em 2010, o BB conquistou pela segunda vez o Selo Pró-Equidade de Gênero por sua participação na 3ª Edição do Programa Pró-Equidade de Gênero. O BB foi uma das 58 empresas brasileiras a receber o Selo Pró-Equidade de Gênero pelo cumprimento das ações de promoção da equidade de gênero nos processos de gestão de pessoas e de cultura organizacional, pactuadas em plano de ação. Uma das ações do BB foi a concessão da licença-maternidade de 6 meses, em março de 2009.

O Banco do Brasil é um dos membros fundadores do Programa Brasileiro "GHG Protocol", lançado em maio de 2008 com o objetivo de incrementar a capacidade técnica e institucional de empresas no gerenciamento de suas emissões de gases de efeito estufa. O Programa prevê a adaptação da metodologia "GHG Protocol" à realidade brasileira e o incremento de seu uso para cálculo e reporte.

Em 2009, o Banco do Brasil publicou o seu primeiro inventário de emissões de gases de efeito estufa.

2008


Em 2008 o Banco do Brasil aderiu ao Fórum Amazônia Sustentável, grupo composto por diversas entidades governamentais, empresariais e não-governamentais que discute os caminhos para o desenvolvimento sustentável no bioma Amazônia.

Plataforma adicional de compromissos do Pacto Global para o Desenvolvimento Sustentável, lançada em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Conselho Empresarial Mundial. Adotada pelo BB em setembro de 2009, tem por objetivo auxiliar os participantes a avançar em soluções relacionadas às mudanças climáticas.



2009

Desde 2009, quando foi criada, o BB participa da Plataforma EPC de debates, coordenada pela Fundação Getúlio Vargas. Esta tem como proposta a construção de um novo modelo econômico para o País, baseado na busca do equilíbrio e em um processo de adaptação da economia brasileira às mudanças climáticas.

2010


Em 2010, a BB DTVM aderiu aos Princípios para o Investimento Responsável que consiste na aplicação de critérios socioambientais e de governança corporativa na gestão, análise e decisão de investimentos.

Em setembro de 2010, o Banco do Brasil aderiu ao "The CEO Water Mandate". A ação vem ao encontro das ações do BB em prol da sustentabilidade desde o lançamento do programa Água Brasil. A iniciativa é uma proposta da Organização das Nações Unidas para que as empresas signatárias do pacto Global passem a abordar a questão da água e o gerenciamento deste recurso em suas estratégias corporativas e assim contribuir positivamente no combate à crise de água emergente.

Visando promover a conscientização e a mudança de atitudes em prol da preservação e conservação dos recursos hídricos, o Banco do Brasil definiu em março de 2010 que o tema 'Água' é o principal eixo de atuação em suas ações voltadas para a sustentabilidade. Para isso, assinou protocolo de intenções com a Agência Nacional de Águas (ANA), a Fundação Banco do Brasil e o WWF-Brasil para desenvolvimento do Programa Água Brasil. Serão implementados projetos que envolvem bacias hidrográficas em cada um dos biomas brasileiro e, no meio urbano, desenvolvidas iniciativas voltadas para o estímulo ao consumo consciente e tratamento adequado dos resíduos sólidos. O programa também vai disseminar melhores práticas agropecuárias junto a produtores rurais, bem como favorecer a implementação de modelos de negócios sustentáveis.

Em 2010 o Banco do Brasil aderiu aos "Princípios de Empoderamento das Mulheres", lançados pelo UNIFEM/ONU Mulheres e Pacto Global das Nações Unidas. O objetivo é promover o desenvolvimento de um programa de acompanhamento da implementação destes princípios dentro das empresas, transformando-os num instrumento efetivo de promoção de políticas e práticas de equidade de gênero nas empresas. O Banco do Brasil integra um grupo de trabalho composto por representantes de oito empresas brasileiras pioneiras na adesão aos Princípios no país.




Compromissos e Responsabilidade Socioambiental

O compromisso socioambiental do Banco do Brasil está fundamentado em uma Carta de Princípios com 14 itens, aprovada em 2003 pelo Conselho Diretor.

Para o Banco do Brasil, responsabilidade socioambiental é "ter a ética como compromisso e o respeito como atitude nas relações com funcionários, colaboradores, fornecedores, parceiros, clientes, credores, acionistas, concorrentes, comunidade, governo e meio ambiente".

Os princípios de responsabilidade socioambiental permeiam as políticas e a estratégia corporativa do Banco do Brasil, sendo, portanto, parte integrante do discurso e do processo de tomada de decisão de todas as áreas do BB. Por esta razão, a partir de agosto de 2004 foi decidida a suspensão de novos créditos a clientes incluídos em relação de empregadores e proprietários rurais que submetem seus trabalhadores a formas degradantes de trabalho ou os mantenham em condições análogas ao trabalho escravo divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego. A decisão também abrange vedações a financiamentos a clientes envolvidos com exploração sexual de crianças e com o uso do trabalho infantil.

A partir de março de 2005 o Banco do Brasil passou a adotar critérios socioambientais na avaliação de empresas e de projetos de investimento: em um primeiro momento estes critérios se aplicam a empresas com Receita Operacional Líquida atual ou prevista/projetada superior a R$ 100 milhões e a projetos de investimento com valor financiado pelo BB igual ou superior a R$ 5 milhões.

A postura de responsabilidade socioambiental do Banco do Brasil tem perfil corporativo, ao mesmo tempo em que é mérito de todas as áreas do BB, uma vez que é implantada no dia a dia da gestão por seus funcionários. Pode envolver a criação de novos produtos/serviços, a ação social junto às comunidades e se realiza, principalmente, nas premissas que embasam a tomada de decisão e a realização dos negócios e demais atividades administrativas do Conglomerado. Trata-se de um processo em permanente evolução: a cada dia vem sendo incorporada aos instrumentos de avaliação e controle e nos processos administrativos e negociais para que se tornem parte da rotina da organização.

Agenda 21

Contexto

 

A Agenda 21 Global é um dos principais resultados da Cúpula da Terra, conferência da Organização das Nações Unidas, também conhecida como Eco-92 realizada em 1992 no Rio de Janeiro. Esta agenda é um documento que estabeleceu a importância de cada país a se comprometer a refletir, global e localmente, sobre a forma pela qual governos, empresas, organizações não-governamentais e todos os setores da sociedade civil poderiam cooperar no estudo de soluções para os problemas socioambientais. A Agenda 21 objetiva orientar um novo padrão de desenvolvimento para o século XXI, alicerçado na sinergia da sustentabilidade ambiental, social e econômica e se propõe a reinterpretação do conceito de desenvolvimento, promovendo a qualidade, não apenas a quantidade do crescimento.

Cada país desenvolve a sua Agenda 21 e no Brasil as discussões são coordenadas pela Comissão de Políticas de Desenvolvimento Sustentável e da Agenda 21 Nacional (CPDS).

A Agenda 21 no Banco do Brasil


Lançada em 2005 como uma iniciativa pioneira no meio empresarial brasileiro, a Agenda 21 Empresarial do Banco do Brasil é o condutor do processo de transformação proposto pela Agenda 21 Global na empresa e concretiza o compromisso socioambiental do Banco do Brasil aos esforços previstos na Agenda 21 Global.

A Agenda 21 do Banco do Brasil, a exemplo da Agenda 21 Global, é um plano de ação, um guia do compromisso de Responsabilidade Social do Banco. A Agenda 21 do BB é uma ferramenta de gestão da sustentabilidade em que várias áreas do BB estão envolvidas no cumprimento das ações, devendo ainda, prestar contas ao Conselho Diretor das atividades desenvolvidas.

A atualização da Agenda 21 é estruturada por um processo constante, que ocorre a cada três anos, podendo ser antecipado dependendo das necessidades e das demandas da sociedade. Nesse processo considera-se a contribuição de funcionários, clientes, investidores e acionistas. Somado a estas sugestões, ele ainda se alinha com a agenda de sustentabilidade da sociedade ao considerar os questionamentos do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) BM&FBovespa e do Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI).

Para o ciclo de atualização para o período 2011-2013 de planos de ação da Agenda 21, o BB realizou o workshop Desenvolvimento Sustentável. O evento, que ocorreu em dezembro de 2010, contou com representantes de diversas áreas do BB, do Conselho Diretor e a Diretoria Executiva, reforçando assim o comprometimento da cúpula do Banco com os princípios da Responsabilidade Social. O workshop resultou em 77 ações distribuídas nos Eixos Processos e Gestão, Negócios com Foco no Desenvolvimento Sustentável e Investimento Social Privado. Parte dessas ações estão publicadas no capítulo Gestão Estratégica desse relatório.

Este novo ciclo foi incluído no Acordo de Trabalho (ATB) das Unidades Estratégicas, incorporando desta forma indicadores da perspectiva "estratégia e operações". O ATB é utilizado para acompanhamento de desempenho de cada unidade do BB, de forma que as atividades conduzidas estejam adequadas às metas e objetivos estabelecidos nos documentos estratégicos.

Eixo Negócios Sustentáveis

O eixo Negócios Sustentáveis prevê a implementação de ações de apoio ao desenvolvimento sustentável. Além disso, existe o foco no financiamento de atividades que proporcionem a geração de renda e trabalho, bem como a inclusão social. Outro objetivo deste eixo está ligado ao financiamento de atividades e tecnologias que sejam ambientalmente adequadas.

O grande destaque deste eixo é a Estratégia Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS), que objetiva impulsionar o desenvolvimento das regiões brasileiras por meio da mobilização de agentes econômicos, sociais e políticos para o apoio de atividades oferecendo soluções sustentáveis, inclusivas e participativas. O DRS se sedimenta sobre o tripé da sustentabilidade: o apoio à atividade economicamente viável, socialmente justa e ambientalmente correta, sempre observada e respeitada a diversidade cultural.

O BB apoia atividades produtivas rurais e urbanas, identificadas como vocações e potencialidades da região em que se insere. Com o DRS, o BB busca promover a inclusão social com o fortalecimento de ações voltadas para o empoderamento das pessoas, organizações e comunidades.

Eixo Negócios com Foco no Desenvolvimento Sustentável

Principais  Temas Oportunidades negociais – serviços e produtos financeiros com viés socioambiental – pilares atacado, varejo e governo
Desenvolvimento Regional Sustentável – DRS

 


Eixo Processos e Gestão

Para ser coerente com o discurso de responsabilidade socioambiental adotado é necessário que os processos de negócio e de apoio ao negócio sejam permeados com a visão de sustentabilidade, ou seja, que além da eficácia de natureza econômica também seja buscada a geração de valores sociais e ambientais na atuação do BB. É o que promove o eixo Processos e Gestão da Agenda 21.

Os programas Qualidade de Vida no Trabalho, Programa de Reconhecimento dos Funcionários do Banco do Brasil, Crédito Responsável, Programa de Ecoeficiência, entre outros são exemplos de iniciativas que tangibilizam as políticas do banco.

Eixo Processo e Gestão


Principais  Temas Educação para a sustentabilidade
Saúde e segurança ocupacional, qualidade de vida no trabalho
Valorização da diversidade
Ecoeficiência – performance ambiental/sistema de gestão ambiental
Padrão socioambiental para fornecedores
Risco socioambiental em financiamentos e investimentos – geral
Gestão socioambiental de investimentos próprios e de terceiros
Engajamento de stakeholders
Gestão de crises e riscos
Relato socioambiental


Eixo Investimento Social Privado


O eixo Investimento Social Privado realiza ações de Cidadania Empresarial. Em 2010 os investimentos sociais da Fundação Banco do Brasil – FBB alcançaram R$ 118,6 milhões em iniciativas, programas e ações de educação, geração de trabalho, renda e replicação de tecnologias sociais. O valor investido foi prioritariamente direcionado para comunidades de agricultores familiares, agroextrativistas, assentados, quilombolas, indígenas e catadores de materiais recicláveis em todo o país, em especial em regiões com baixos índices de desenvolvimento humano e comunidades sob maior risco de exclusão social.

Em 2010 entre as ações em curso do Banco do Brasil e da Fundação Banco do Brasil em cidadania empresarial destacam-se:

• Projeto Voluntários BB – R$ 3,5 milhões foram destinados a apoiar 46 projetos socioambientais indicados pelos mais de 2 mil funcionários voluntários do BB;

• Programa Aprendiz Banco do Brasil e Estágio de Estudantes – 5.534 adolescentes de baixa renda capacitados em 2010 e 9.853 estagiários em 2010 desenvolvendo atividades curriculares nas dependências do BB;

• Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente – volume de recursos recorde de R$ 11,8 milhões destinados em 2010 para projetos geridos pelos Conselhos de Direito da Criança e do Adolescente;

• Bibliotecas Rurais Arca das Letras – 203 Arcas instaladas em 2010 em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário – MDA, beneficiando 16.679 famílias;

• Programa de Inclusão Digital – mais de 1,2 mil pontos de inclusão digital instalados, 2.239 computadores doados em 2010;

• Centros Culturais Banco do Brasil – 295.373 estudantes de escolas públicas participaram em 2010 de visitas guiadas para promoção e divulgação da cultura por meio das mais variadas manifestações artísticas;

• Patrocínio ao Esporte – projetos sociais e ações promocionais participativas; arrecadação de alimentos nos eventos esportivos; e escolinhas de vôlei e de tênis para comunidade local das sedes dos eventos;

• Banco de Tecnologias Sociais – 571 tecnologias sociais certificadas em 2010;

• Programa BB Educar – mais de 2.200 mil jovens e adultos alfabetizados;

• Programa AABB-Comunidade – difundindo esporte e cultura à aproximadamente 50 mil crianças e jovens atendidos anualmente.

Eixo Investimento Social Privado


Principais  Temas

Revitalização do voluntariado

Programas de estágio de estudantes e de aprendizagem

Marketing esportivo e cultural

Educação financeira

Programas da Fundação Banco do Brasil



Instrumentos de Governança Corporativa


Diversos instrumentos balizam a postura do Banco do Brasil em Governança Corporativa. Veja mais, abaixo:

Estatuto Social

O estatuto Social do Banco do Brasil foi aprovado pela Assembleia Geral Extraordinária realizada em 10 de março de 1942 e vem sendo atualizado para oferecer condições de gestão e governança sintonizadas com o Mercado e a sociedade. A mais recente atualização foi aprovada em 5 de agosto de 2010 em decorrência do aumento de capital.

Regimentos Internos

Entre os instrumentos de governança corporativa do Banco do Brasil estão os Regimentos Internos do Conselho de Administração, Comitê de Auditoria, do Conselho Fiscal e da Diretoria Executiva, que estabelecem atribuições, competências e operacionalizam as reuniões destes órgãos.

Código de Governança

O Código de Governança Corporativa do Banco do Brasil, adotado em 2007, apresenta uma visão panorâmica e de consulta prática sobre os princípios e práticas de Governança da instituição.

Código de Ética

O Código de Ética do Banco do Brasil estabelece normas de relacionamento dos funcionários com todos os públicos com os quais o Banco se relaciona no que se refere a produtos, serviços, práticas de relacionamento, qualidade e sigilo de informações, transparência e governança, ambiente de trabalho, liberdade de associativismo funcional, diversidade econômica, social e cultural e repúdio a práticas ilícitas, como suborno, extorsão, corrupção, propina, em todas as suas formas. O Código é amplamente divulgado pelo Banco interna e externamente.

Normas de Conduta

As Normas de Conduta do Banco do Brasil, com fundamento em valores éticos superiores, estabelece critérios e princípios que regem deveres e direitos dos funcionários em relação ao ambiente de trabalho, ao relacionamento interno, a conflitos de interesse, ao patrimônio da organização, a segurança e sigilo de informações, a presentes e favores, aos valores corporativos e responsabilidades com públicos externos e de gestão.

Carta de Princípios

O compromisso socioambiental do Banco do Brasil está fundamentado em uma Carta de Princípios de Responsabilidade Socioambiental com 14 itens, aprovada em 2003 pelo Conselho Diretor.

Políticas Gerais


Para garantir a boa governança, o Conselho de Administração é responsável pela aprovação das Políticas do Banco. O BB possui Políticas relacionadas à Divulgação e Negociação e ao Combate à Lavagem de Dinheiro.

Políticas de Divulgação e Negociação

A Política de Divulgação do BB normatiza a publicação de Ato ou Fato Relevante, no âmbito do Banco do Brasil e suas empresas controladas.

O Banco do Brasil pauta a divulgação de informações ao mercado, com base nas necessidades de usuários externos para fins de decisões de natureza econômica, em aderência às exigências dos órgãos reguladores e fiscalizadores.

A Política de Negociação do Banco do Brasil normatiza o sistema de autorregulação que disciplina a negociação com valores mobiliários de sua emissão, por quaisquer pessoas que, em virtude de seu cargo, função ou posição no Banco, tenham acesso a informações privilegiadas.

Política de Combate à Lavagem de Dinheiro

 


Lavagem de dinheiro é um crime e o Banco do Brasil entende que evitá-lo é uma forma de cortar o fluxo de recursos financeiros que alimentam atividades criminosas. As políticas do Banco do Brasil para prevenir e combater a lavagem de dinheiro estão publicadas na página do Banco na internet, onde constam informações sobre o que é o crime de lavagem de dinheiro, como ele ocorre e os males que causa para a sociedade.

Evolução Acionária do Banco do Brasil (2001 a 2010)

Data Assembleia Geral de Acionistas que aprovou o Evento Evento Fator Classe do Ativo Quantidade
29/11/2001 Exercício do Bônus A (31.03.01 a 02.07.01) 1 bônus A = 0,56067 ações ON + 0,43933 ações PN Ações ON 399.197.697.867
Ações PN 312.798.007.846
Bônus B 213.591.693.924
Bônus C 355.986.156.540
07/06/2002 Conversão de PN em ON 1PN = 1,1 ON Ações ON 743.275.506.498
Bônus B 213.591.693.924
Bônus C 355.986.156.540
23/01/2004 Grupamento 1000/1 Ações ON 743.275.506
Bônus B 213.591.542
Bônus C 355.986.440
22/12/2004 OPA – aquisição de bônus B e C Situação inicial (08.07.2004):
Bônus "B": 213.591.542
Bônus "C": 355.986.440
Ações ON(*): 743.275.506
   
Subscrição privada (-) Aquisição de Bônus:
Bônus "B": 197.187.709
Bônus "C": 328.957.694
Ações ON(*): -x-
Ações ON 810.617.415
(+) Subscrição Privada:
Bônus "B": -x-
Bônus "C": -x-
Ações ON(*): 66.913.789
 Bônus B 15.993.142 
(-/+) Exercício de direito:
Bônus "B": 410.691
Bônus "C": -x-
Ações ON(*): 428.120
 Bônus C 27.028.746 
(=) Situação final (08.09.2004):
Bônus "B": 15.993.142
Bônus "C": 27.028.746
Ações ON(*): 810.617.415
   
24/08/2006 Exercício do Bônus B Subscrição Bônus "B": 14.699.008 Ações ON 825.316.423
Alteração de Capital
Aumento de Capital de R$ 304.382.324,80 Bônus B 0
Capital Social: R$ 11.912.895.138,17 Bônus C 27.028.746
25/04/2007 Desdobramento 01/mar Ações ON 2.475.949.269
Bônus C 27.028.746
24/01/2008
Exercício do Bônus C 1 Bônus = 3,131799 ações Ações ON 2.542.181.530
Bônus C 5.880.431
30/09/2008 Incorporação Banco do Estado de Santa Catarina S.A e Bescri S.A Crédito Imobiliário - 1 (uma) ação ON de emissão do BB para 12,13308922 ações ON do BESC; Ações ON 2.565.255.836
- 1 (uma) ação ON de emissão do BB para 12,13308922 ações PNA do BESC; Bônus C 5.880.431
- 1 (uma) ação ON de emissão do BB para 12,13308922 ações PNB do BESC; e    
- 1 (uma) ação ON de emissão do BB para 1.592,261627 ações ON da BESCRI.    
28/11/2008 Incorporação Banco do Estado do Piauí S.A. - 1 (uma) ação ON de emissão do BB para 4,60241693 ações ON do BEP. Ações ON 2.568.186.485
Bônus C 5.880.431
30/11/2009 Incorporação Banco Nossa Caixa S.A. 2,28873181 ações ON de emissão do BB para 1 ação ON de emissão da Nossa Caixa. Ações ON 2.569.860.512
Bônus C 5.880.431
13/04/2010 Incorporações – Bescleasing e – Bescredi 01 ação ON BB para 25,5461 ações ON da Besc Leasing; Ações ON 2.569.869.551
01 ação ON BB para 479,7168 ações ON da Bescredi. Bônus C 5.880.431
19/05/2010 Oferta Pública de Distribuição de Ações Emissão de 286 milhões de novas ações. Ações ON 2.855.869.551
Bônus C 5.880.431
05/08/2010 Exercício do Bônus C Cada bônus garante o direito de subscrever 3,131799 ações ordinárias nominativas. Ações ON 2.860.729.247
Bônus C 4.328.704

(*) Ações em circulação – não incluídas as ações em tesouraria.

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